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BATE PAPO RESGATE E VIDA

CONHEÇA NOSSA CONVENÇÃO

CONHECENDO A CONVENÇÃO CONADIC

Convenção das Assembléias de Deus
e Igrejas Coligadas no Brasil
CNPJ: 10.919.870/0001-12de
A CONADIC É uma Convenção Interdenominacional,filantrópica, nascida da vontade,
de Deus com o objetivo de cultuar a Deus, propagar oevangelho do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo, reunir Obreiros e Ministros Evangélicos na finalidade de proporcionar uma
organização entre os mesmos, visando o aperfeiçoamento de todos os santos, auxiliar na habilitação
dos obreiros e ministros não habilitados, orientá-los, dentro das suas necessidades eclesiásticas, promover o
Conhecimento Biblico, a comunhão e a unidade dos cristões, conforme a Palavra de Deus.
A CONADIC É uma Convenção de Ministros e Obreiros de qualquer Igreja Evangélica.

PROMOVEMOS:

Reuniões, Congressos, Palestras, Cruzadas, Seminários, Cursos de Capacitação, etc.
A CONADIC É uma Convenção que não se apropria dos bens (móveis / imoveis) dos seus filiados,
dando total autonomia, como também não interfere nos sistemas doutrinários e no que se refere a,
usos e costumes dos nossos filiados, pois entendemos que isso compete á liderança de cada igreja.
A Convenção apoia as Igrejas e Ministros filiados com credenciamento, consagração, diplomas de
filiação, cartas de apresentação e demais documentações de indentificação eclesiastica, assistência
jurídica, legalização de igrejas, cursos teológicos, etc.

OBS:

Conforme aprovado em reunião Geral da CONADIC, todas as Igrejas filiadas ou coligadas á Convenção
deverão conveniar todos os seus Obreiros e Ministros para que todos tenham o apoio da CONADIC.

A CONVENÇÃO E VOCÊ.
APRESENTANDO A CONADIC.

1° ) O QUE É A CONVENÇÃO?

R- CONADIC = Convenção das Assembléias de Deus e Igrejas Coligadas do Brasil.

2° ) PORQUE VOCÊ DEVE SE AFILIAR A CONADIC ?

R- Normalmente nos filiamos, porque temos necessidade de viver em unidade e partilharmos
todos uma só comunhão, por sua vez tambem, sabemos que hoje precisamos e necessitamos estar
vinculados a uma, Convenção, devemos ser credenciados e representados, principalmente por uma entidade
de respeito e nome em todo o Brasil como também no Exterior, como é o caso da CONADIC.

3° ) BENEFÍCIOS QUE OS FILIADOS TÊM JUNTO Á CONADIC. (PASTORES E LIDERES):

A ) Mais credibilidade e confiança no seu ministério, e junto aos ministros local ou onde quer que você vá;

B ) Uma melhor aceitação da Eclésis por saber que o seu lider está conveniado, (não esta solto ou isolado);

C ) Você passa a representar e ser representado por uma entidade convencional de nome;

D ) Você passa a ter direito de usufruir junto aCONADIC, de carta de apresentação, credencial e diploma
de filiação, além de outros documentos que serão prontamente fornecidos quando solicitados.

NOSSA VISÃO DE CRESCIMENTO PARA A CONADIC EM CADA ESTADO:

Sabemos que todos os pastores e lideres almejem ter a sua Convenção mais atualmente e
presente no seu dia a dia, Na verdade, a Igreja em si sente a falta da ação da CONVENÇÃO tão citada
pelo seu pastor;
"Cade a convenção? Onde está?" A igreja não está vendo a atuação da convenção trazendo nenhum
beneficio pra eles, salvo para o seus pastores e lideres! Dia após dia, vendo irmão, igrejas
circunvizinhas vivendo um movimento Convencional, sendo motivadas, saindo e participando de Congressos,
Eventos ligados a Convenção que os mesmos participam, Porém, eles ali naquela igreja permanecem de fora,
pois sua Convenção não atua, não promove cursos, seminarios, palestras, eventos, etc.

A CONADIC E A SUA IGREJA!

Visando esses e outros fatos, trazemos para todos os nossos Conveniados a proposta de filiarmos
as nossas igrejas á Convenção CONADIC.

MOTIVO:

Uma maior interação (comunhão) não só dos pastores e lideres filiados, mais também
de toda a igreja (membros). Conforme a vontade de Deus. Para que todos sejem um, como tu, ó Pai,
o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17:21)
E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que seja um, como nós somos um. (João 17:22)

VANTAGENS:

A partir do momento em que filiamos as nossas igrejas, passamos também a motivá-las, mediante realizações de congressos,
encontros de adolecentes, jovens, senhoras, senhores, reuniões de abrangências geral da convenção a onde envolvemos
todos os pastores e lideres como também toda as igrejas filiadas,
Mediante essa interação estamos criando vários departamentos, envolvendo membros / lideres de várias
igrejas filiados que serão indicados para assumir a os diversos departamentos que serão criados.

BENEFICIOS:

* Escritório da Convenção, prontamente a serviço dos conveniados;iais
* Assessoria jurídica em casos de especiais;
* Assessoria contabil;
*A Convenção interagindo mais com os pastores e igrejas;
* Possibilidades de socorrermos ministros que estejam enfrentando dificuldades no seu minístério;
* Condições de investirmos mais no campoMissionaria.

PARA QUE TUDO ISSO ACONTEÇA
É PRECISO QUE VOCÊ EFETUE A SUA FILIAÇÃO E DE SUA IGREJA

Contato
(11) 8270-8158 (TIM) (11) 7591 - 5829 (VIVO)
EMAIL OU MSN:
conadic@hotmail.com.br

FILIAÇÃO 200,00

PEÇA JÁ A SUA FICHA DE FILIAÇÃO

(PAGAMENTO VIA DEPOSITO BANCÁRIO)

CONTA PARA DEPOSITO:

BANCO ITAU
AGENCIA:
7375
CONTA CORRENTE:
13060 DG 1
BENEFICIARIO:
Jefferson Ribeiro de carvalho

terça-feira, 5 de junho de 2012

A Igreja e a Guerra Espiritual


A Igreja e a Guerra Espiritual

O Novo Testamento nos apresenta diversos quadros relativos à Igreja, especialmente no livro de Efésios a vemos como uma família, um templo, a noiva de Cristo, e também como um exército que está envolvido num conflito global. Por conflito global, podemos entender que a guerra espiritual não somente está voltado a um aspecto terreno, mas também envolve as regiões celestiais, ou seja, o universo criado. Podemos parafrasear Efésios 6:12 de acordo com o original grego da seguinte forma: “Nossa luta livre não é contra sangue e carne ou contra pessoas com corpos, senão contra governadores sobre diversas áreas e ordens descendentes de autoridades, contra os dominadores do mundo da obscuridade presente, contra forças espirituais do mal nas regiões celestes”.
Esta referência bíblica nos apresenta os quatro níveis de autoridade do reino das trevas, assim podemos entender verdadeiramente contra quem estamos guerreando.
1) Principados (no grego arché, que significa espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, sendo que começo neste caso se refere ao tempo ou ordem). Principados são espíritos demoníacos poderosos da mais alta hierarquia (primeiro escalão), recebendo ordens diretamente de Satanás, dominando e operando nos lugares celestiais. São chamados de príncipes (Dan. 10:13,20).
2) Potestades (no grego exousia, significando autoridades que permitem ou impedem, poder delegado). As potestades têm poderes executivos, recebendo autoridade e poder delegado pelos principados. Nos textos de I Cor. 15:24 e Colos. 2:15 refere-se à todas as autoridades e poderes malignos, que se opõem a Jesus Cristo e a Igreja.
3) Príncipes do mundo destas trevas (no grego kosmokrator, que significa governadores mundiais, os senhores do mundo; vem de “kosmos”, isto é, “mundo” e “krator”, isto é, governados). Estes são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz e levam o povo às trevas, cegando-lhes os olhos e enviando trevas às almas dos homens. Quando oramos por pessoas que estão dominadas pela cegueira de Satanás e por pessoas que estão em religiões pagãs estamos guerreando contra este tipo de inimigo. Estes governadores mundiais governam sobre nações através do seu poder de cegar a mente dos homens. Exercem também autoridade sobre diferentes sistemas de governos do mundo.
4) Hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes (no grego pneumatikos, que vem da raiz da palavra “pneuma”, que significa “espírito” e “poneria”, que significa “iniqüidade”, “depravação”, “maligno”, “atividade de natureza má”). Estas forças oprimem a humanidade, tentando levá-la ao desespero e caos total. O medo, a angústia e os suicídios são resultantes destas forças espirituais malignas.
A base da nossa vitória
Como podemos vencer toda esta estrutura hierárquica de forças malignas? Temos que nos manter firmes na vitória conquistada por Cristo na cruz. Em Colos. 2:13-15 encontramos a chave para vencermos na guerra espiritual: Jesus derrotou a Satanás e a todos os principados malignos. A culpa nos afasta de vivermos esta experiência de vitória (Apoc. 12:10) e assim seremos derrotados. Jesus despojou os principados e potestades, os exibindo publicamente e deles triunfando na cruz. Triunfar não é ganhar uma batalha, trata-se da celebração de uma batalha que já foi ganha. A Bíblia declara que Deus, em Cristo sempre nos conduz em triunfo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do seu conhecimento (II Cor. 2:14).

O por quê da guerra
Satanás tem buscado adoração. O homem é o canal de adoração: ao Deus único e verdadeiro ou a Satanás. As pessoas que não conhecem a Cristo, são como jóias nas mãos do Diabo, e ele não quer perder estas vidas.
Quando estudamos sobre as guerras na Bíblia, podemos perceber que sempre havia um propósito definido: saque e conquista de território (I Crôn. 20:2). Guerra espiritual não é um fim em si mesma, porém um meio para alcançar um grande objetivo: despojo. Existe vidas que precisam ser tomadas e levadas para o Reino de Deus.
Estamos vivendo dias proféticos e apostólicos. E uma igreja que está movendo em uma atmosfera apostólica, ela reconhece que é parte do exército de Deus com um supremo chamado de reconquistar todo o território que foi invadido pelo inimigo. O perímetro de ação do inimigo vai ser diminuído e o perímetro de ação do governo de Deus será ampliado. Esta igreja vai manifestar de maneira profética demonstrativa a vitória que foi conquistada por Cristo na cruz. Aleluia, nesta guerra somos vitoriosos juntamente com Cristo!!!


Ap. José Levi Machado Domingos
(Ministério Apostólico-Profético Vida e Edificação /
Coordenador da Secretaria Regional da Rede de Intercessão Estratégica e
Coordenador da Regional Curitiba da A.M.A.R. – Associação de Ministérios Ágape-Reconciliação)

PASSOS PARA VIVER O PODER DA LÍNGUA


PASSOS PARA VIVER O PODER DA LÍNGUA

1. Quebre toda palavra de morte que já saiu da sua boca. Peça ajuda ao Espírito Santo para lembrá-lo das declarações do passado e, a partir de agora, faça declarações de vida e bênção, contrariando o poder da morte.
2. Peça perdão a Deus por ter entristecido o Espírito Santo ao usar abusivamente o nome do Senhor. Faça um compromisso sério de nunca mais usar o nome dele em vão. Peça a Deus um renovo de reverência no seu coração para com o Santo Nome de Deus.
3. Comece a falar palavras inspiradas nas promessas da Palavra de Deus, liberando o poder sobrenatural do Espírito Santo. Aproveite o canal de bênçãos que o Senhor quer dar a você.
4. Mude a forma de falar sobre o dinheiro - e suas necessidades financeiras - para ficar em conformidade com o que a Bíblia ensina. Desde já libere a sua bênção financeira através de declarações de fé.
5. Aproprie-se da autoridade que tem contra o inimigo e coloque-o em fuga por meio das suas palavras. Proclame a cura como Jesus fazia.
6. Quebre o espírito de fofoca e murmuração na sua vida. Peça perdão pelas vezes que você já destruiu com as suas palavras. Primeiro a Deus e, em segundo lugar, às pessoas que você atingiu. Revogue toda palavra de destruição que já saiu da sua boca.
7. Use a sua língua para ministrar vida a si mesmo e aos que estão à sua volta. Faça declarações de vida e não de morte.

O PODER DA VIDA


O PODER DA VIDA

A segunda parte da passagem que me inspirou a escrever esse livro: "A morte e a vida estão no poder da língua" (Pv 18.21) -, é a que eu mais gosto. A vida está no poder da sua língua, se você a usar da maneira correta. Jó entendeu claramente esse princípio e não tropeçou com as suas palavras, mesmo quando foi desafiado pela esposa: '"Você ainda mantém a sua integridade? Amaldiçoe a Deus, e morra!' Ele respondeu: 'Você fala como uma insensata. Aceitaremos o bem dado por Deus, e não o mal?' Em tudo isso Jó não pecou com seus lábios" (Jó 2.9, 10 - NVI).
Jó não somente evitou o pecado com o que disse nesse confronto, mas também quando conversou com seus três supostos amigos. Ele soube usar a sua língua para trazer vida, pois de acordo com o que falou - e deixou de falar - mais uma vez foi grandemente abençoado por Deus e prosperou abundantemente.
Jó é até citado no livro de Tiago como um exemplo de finais felizes, por causa da maneira que se comportou quando enfrentou a adversidade. Ele foi muito sábio em usar a sua boca como uma arma de vida. Foi determinado em manter a sua boca reta. Ele mesmo disse: "Enquanto eu tiver vida em mim, o sopro de Deus em minhas narinas, meus lábios não falarão maldade, e minha língua não proferirá nada que seja falso" (Jó 27.3, 4 - NVI).
Você tem na ponta da sua língua um poder maravilhoso de abençoar e vivificar todos à sua volta. Nossas palavras têm mais poder do que muitas vezes imaginamos.

PALAVRAS QUE TRANSFORMAM VIDAS
Um amigo me contou uma história eletrizante sobre o poder das palavras para dar vida. E sobre a sua conversão, Na época, vivia uma vida maluca, usava drogas, bebia demais e era mulherengo. Estava num bar quando, de repente, um rapaz entrou, olhou diretamente para ele e disse: "Jesus te ama, e quer te salvar". Como na época era estourado e violento, respondeu: "Cale sua boca, não quero ouvir você".
Mas o rapaz falou novamente: "Jesus te ama, e quer te salvar". Dessa vez, ele ameaçou o jovem, dizendo: "Se você não parar de falar isso, vou arrebentá-lo". Quando o rapaz repetiu pela terceira vez: "Jesus te ama, e quer te salvar", meu amigo não agüentou, deu um soco bem no rosto do evangelista e, em seguida, saiu do bar deixando-o caído no chão com a face coberta de sangue.
Mas aquelas palavras tinham poder! Ele não conseguiu esquecê-las, por mais que tentasse, de todo jeito, nos dias seguintes. Ia dormir ouvindo aquelas palavras e acordava de manhã ainda com elas na mente. O que pensava que eram meras palavras irritantes tinham um poder maior do que jamais tinha imaginado. No terceiro dia após o incidente não conseguiu resistir mais. Caiu de joelhos, sozinho no seu apartamento, e aceitou a Jesus como seu Salvador com muitas lágrimas e arrependimento sincero. Jamais encontrou novamente aquele rapaz que pregou para ele. Mas as suas palavras continham o poder de vida, mesmo que só descubra o que provocaram quando estiver no céu!

PALAVRAS QUE RESSUSCITAM
Existe um poder sobrenatural para dar vida que pode ser liberado através das nossas palavras. Jesus usou esse poder quando Lázaro faleceu. Todos diziam que o caso não tinha mais solução. Eles garantiram que se Jesus estivesse lá, Lázaro não teria morrido. Mas na concepção deles, agora era tarde demais. Porém, apesar de já ter passado quatro dias, Jesus foi ao túmulo e ordenou que o defunto ressuscitasse. Com a sua ordem até a morte teve que ceder lugar à vida.
Outro amigo meu, Scott Hamilton, me contou a incrível história da sua tia, quando ela ainda era criança. Ela ficou doente e, depois de alguns dias, não resistiu e morreu. Na época, era a própria família que preparava o cadáver para o enterro. Eles já tinham arrumado a menina, colocado a sua melhor roupa, penteado seu cabelo e lavado seu rosto.
Quando sua avó entrou em casa e viu a neta morta, exclamou: "Não posso aceitar isso!" Então, pegou o corpo - já frio - de sua neta nos braços, e levou para fora, enquanto pronunciava palavras de vida e ressurreição, clamando a Deus para que fizesse um milagre naquele momento.
Após sentir que o milagre estava selado, levou a neta novamente para o quarto e deitou-a sobre a cama. Assim que o corpo tocou o leito, a menina voltou a respirar e levantou-se ressurreta! As palavras daquela avózinha foram impregnadas de fé e trouxeram a vida de sua neta de volta. Hoje, a tia de Scott é esposa de pastor e junto com seu marido já fundou diversas igrejas. Palavras têm verdadeiramente o poder de vida!
Há uma promessa no livro de Salmos que é uma das minhas favoritas: "Quem de vocês quer amar a vida e deseja ver dias felizes? Guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade" (Sl 34.12, 13 - NVI). Davi está claramente imputando para a língua o poder de nos trazer uma vida feliz se a usarmos da maneira correta.
Esse livro mostrou uma revelação poderosa sobre o poder das nossas palavras. Porém, enquanto isso for apenas conhecimento, não fará muita diferença. Agora você precisa planejar passos específicos para colocá-lo em ação na sua realidade e ver as mudanças incomparáveis que trará.
Leia esse livro mais de uma vez, quantas vezes forem necessárias, para que essas verdades penetrem em cada canto do seu coração. Cada vez que você o ler, mais da luz dessas verdades irá transformar sua forma de falar. Essas mudanças, por sua vez, trarão uma nova unção e presença de Deus, liberando você para subir num nível mais alto das maravilhas do Senhor.
Desafio você a colocar em prática, a partir de agora, o que tem aprendido nesse livro. Com certeza, por meio do que você fala, poderá evitar tragédias e calamidades e liberar o poder de Deus para fazer milagres como jamais experimentou. Sua vida nunca mais será a mesma.

PODER PARA EXPULSAR DEMÔNIOS E CURAR


PODER PARA EXPULSAR DEMÔNIOS E CURAR

Marlon, um pastor amigo meu, estava fazendo uma conferência especial em uma cidade. Os membros daquela igreja tinham feito uma grande divulgação, dizendo que Deus iria fazer milagres durante o evento. Em uma das tardes, enquanto ele estava orando com alguns dos membros, preparando-se para aquela noite, uma mulher veio à igreja.
Vendo um diácono na porta, perguntou se o pastor que estava realizando a conferência se encontrava no momento. Quando o diácono respondeu que sim, com uma voz muito estranha, ela disse: "Eu vou matar o pastor. O Diabo mandou e estou aqui para mostrar o seu poder e matar esse homem". Pasmado, o diácono tentou impedir a mulher, mas ela conseguiu escapulir e entrar nas dependências da igreja.
Vendo meu amigo, gritou: "EU VIM AQUI PARA MATÁ-LO! PREPARE-SE PARA MORRER AGORA!" Marlon viu a mulher enlouquecida correndo em sua direção, mas não se assustou, nem correu, pois sabia a quem servia: o Senhor dos senhores, o Rei dos reis, Jesus, para o qual todo joelho se dobrará e toda língua confessará.
Quando ela chegou bem perto, Marlon teve tempo para dizer: "Em nome de Jesus você está derrotado, e não poderá me atingir". A mulher deu um soco na direção de sua cabeça mas ele ficou totalmente parado, sem reagir. Quando o punho estava a centímetros de seu rosto, foi bloqueado como se existisse uma parede invisível. Ela tentou de novo atacá-lo, e mais uma vez foi impedida da mesma maneira. Isso a deixou mais enlouquecida ainda. Ela continuou tentando com mais desespero penetrar a parede, sem conseguir.
Após algum tempo, ela parou e disse a Marlon: "Que poder é esse?" Ele respondeu: "Eu sirvo a Jesus. É no nome e no poder dele que você está sendo impedida agora". Em seguida, falou: "Demônio, saia já dessa mulher em nome de Jesus, e deixe-a em paz". Naquele instante, sentiu uma presença saindo da mulher, e ela foi liberta. Marlon dirigiu uma oração, ela abriu seu coração, aceitou a Jesus como seu Salvador e foi completamente transformada pelo poder de Deus.

PALAVRAS DE AUTORIDADE CONTRA SATANÁS
Deus pôde operar assim naquele dia porque, ao invés de tentar se proteger com as mãos naturais, Marlon se protegeu com a força de Jesus, liberada através de suas palavras de fé. Quando enfrentamos o inimigo precisamos entender a tremenda força que há em liberar o poder de Deus através de palavras de autoridade contra Satanás e os demônios. Jesus especificamente nos deu essa autoridade. Vejo isso claramente quando Ele diz: "Eu lhes dei autoridade para pisarem sobre cobras e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo" (Lc 10.19 - NVI).
Precisamos tomar posse da autoridade que Jesus nos deu com ousadia e intrepidez se quisermos ver Satanás ser posto em fuga. E o que falamos tem uma influência monumental nessa guerra travada contra o Diabo.

O PODER DA PALAVRA FALADA PARA CURAR
Um homem impressionou Jesus profundamente por entender de forma profunda esse princípio. Foi um centurião romano que procurou o Senhor para que curasse o seu servo. Jesus logo se prontificou a acompanhá-lo à sua casa para ministrar a cura. Era o que todos que solicitavam ajuda pediam: uma visita pessoal e um toque das suas mãos restauradoras. Mas esse oficial romano foi bem diferente dos outros pois entendia algo que a grande maioria não compreendia.
O que era diferente nele? Ele entendia o poder da palavra falada para concretizar o milagre. Ele respondeu a oferta de Jesus, de ir à sua casa, com a seguinte frase: "Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar".
Jesus ficou tão impressionado que disse que em todo Israel não havia encontrado outra pessoa com tamanha fé! Por quê? Simplesmente porque o centurião entendia o princípio espiritual do poder da palavra falada para que Deus realize milagres.
Volte a ler os relatos dos evangelhos nas passagens em que Jesus curou os enfermos e expulsou demônios.
Você vai perceber algo fascinante: o Senhor raramente orava para curar alguém. Ele simplesmente dizia as palavras e as pessoas eram curadas ou libertas.
Com certeza, Jesus orava, e muito, mas quase sempre antes e depois da hora do milagre. Orava para ter comunhão com Deus Pai e para se preparar, mas raramente na hora em que estava realizando curas e libertações do poder do Diabo. Ele simplesmente ordenava e as coisas aconteciam. Disse que era exemplo para nós, que poderíamos fazer - de forma igual - tudo o que fez em seu ministério aqui na Terra. Isso significa que também devemos aprender a usar o poder do nome de Jesus para ordenar e ver as pessoas curadas e libertas.

O PODER DA PALAVRA FALADA PARA TRAZER LIBERTAÇÃO
Certa vez, estava pregando em uma campanha numa tenda. À noite, no meio da minha mensagem, uma mulher endemoninhada começou a gritar e a causar grande comoção. Um obreiro correu em direção a ela, agarrou seus cabelos com as mãos e começou a puxá-los, sacudindo sua cabeça para cá e para lá, enquanto orava a Deus para libertá-la. Mas nada aconteceu e a mulher continuou a manifestar a presença de Satanás.
Senti em meu coração que não era hora de orar, mas de ordenar pela fé. Desci do palanque e cheguei perto dela. Ela estava rastejando no chão como se fosse uma cobra. Ajoelhei bem perto, e disse com autoridade: "Em nome de Jesus, saia dessa mulher agora, e deixe-a em paz". Naquele instante, ela foi liberta, aceitou Jesus como Salvador saindo dali transformada pelo poder de Deus.
A libertação daquela mulher aconteceu na hora exata, pois há momentos para ordenar e outros para orar. Devemos recalcar as nossas vidas de oração sim, e isso é importantíssimo - porém, existe a hora correta de orar e a de agir ordenando com fé. Invocar o nome de Jesus com autoridade é que trará o milagre.
O inimigo não tem poder de fogo ilimitado, como alguns pensam. Somente Deus tem esse poder. O de Satanás é restrito, é quantificado. Ele tem apenas um número específico de demônios, e um limite de coisas que pode fazer ao mesmo tempo.
Então, qual é a estratégia dele? É a de concentrar o seu ataque em qualquer instante nos lugares que pode, em dois campos específicos. O primeiro é no lugar onde consegue fazer mais estragos, contra pessoas já enfraquecidas. O segundo é atacar as pessoas que causam mais estrago contra ele, como um ataque preventivo.

O PODER DA PALAVRA FALADA PARA ORDENAR AOS DEMÔNIOS
Quando era adolescente, recebi o chamado de Deus para ingressar no ministério. Aceitei o imperativo divino e comecei a ministrar a Palavra aos 15 anos, em cultos nas praças. Com 16 anos já pregava em igrejas.
Como estava incomodando o inimigo, comecei a sofrer maciçamente os seus ataques. Ele não só ataca onde o ministério já é grande, onde já está sendo incomodado, mas também os que potencialmente podem importuná-lo no futuro, que era o meu caso.
Às vezes, ia dormir sentindo opressão do inimigo e até uma presença demoníaca no quarto. Era uma tentativa do Diabo de tirar a minha paz, me amedrontar e intimidar. Senti essa estranha presença e comecei a temer que fossem me perturbar à noite, imaginando ser acordado vendo demônios com caras horrorosas, bem diante do meu rosto. Esse medo começou a perturbar o meu sono e passei a não dormir direito.
Isso continuou até que um dia, lendo a Palavra de Deus, entendi de uma forma plena o poder que recebemos no nome de Jesus de exercer autoridade sobre os demônios. Eles teriam que obedecer.
Na noite seguinte, no escuro do meu quarto, quando senti de novo a presença demoníaca, levantei a minha voz e disse: "Demônios, descobri que tenho poder, em nome de Jesus, contra vocês. A partir de agora eu não irei mais dormir com medo de ser acordado vendo seus rostos. Tomo a autoridade que tenho contra o Diabo, e vocês é que devem ter medo de chegar perto de mim pois sou um servo ungido de Deus. Saiam daqui e não voltem mais".
Terminei de falar e senti instantaneamente eles saírem do meu quarto. Passei a dormir com tranqüilidade e, até hoje, nunca mais temi nenhuma presença demoníaca, pois exerci autoridade sobre eles em nome de Jesus e ordenei que fugissem para longe de mim.
Comece a tomar posse da autoridade que você tem em nome de Jesus. Diga em voz alta as palavras de cura e libertação e verá Deus fazendo milagres na sua vida, como nunca viu antes. Mas lembre-se da exortação que Jesus nos fez quando disse: "Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus" (Lc 10.20).

LIBERANDO MILAGRES FINANCEIROS


LIBERANDO MILAGRES FINANCEIROS

Comprei o meu jipe, literalmente, no ferro velho, com a intenção de restaurá-lo até que tivesse condições de ser usado. Após meses de trabalho em uma oficina mecânica o jipe finalmente estava pronto. Mandei colocar um "santo-antônio", rodas e pneus especiais e comecei a usá-lo para minhas viagens ao interior.
Certo dia, enquanto estava realizando um estudo bíblico em minha casa, em Belo Horizonte, deixei o jipe, que agora estava bem bonito, estacionado na rua. Após a reunião, fui até a porta para acompanhar um dos irmãos que estava indo embora e olhei em direção ao meu carro. Só que ele não estava mais lá! Tinha sido roubado.
Senti a sensação estranha que todo mundo experimenta quando algo de valor lhe é tirado. Voltei para dentro de casa e contei o que tinha acontecido às pessoas que ainda estavam ali. Fui para o quarto com o intuito de chamar a polícia, pensando: "Eu não vou aceitar isso. Pela fé, vou conseguir o meu jipe de volta".
Retornei à sala e disse: "Não vou aceitar o roubo do meu jipe. Vou recuperá-lo pela fé. Venham orar comigo". Fizemos um círculo, e com todas as pessoas de mãos dadas, eu orei: "Deus, faça o meu jipe parar de funcionar de forma que os ladrões tenham que abandoná-lo. Obrigado por uma resposta milagrosa, Senhor. Em nome de Jesus, amém". Estava totalmente confiante que o milagre estava vindo, que teria o carro de volta.
Quando terminamos a reunião ainda permanecemos conversando por mais algum tempo. Uma das pessoas que participou do estudo bíblico foi embora antes das outras. Poucos minutos depois ela voltou, dizendo: "Venha rápido comigo. Não tenho certeza, mas acho que acabei de ver o seu jipe". Entrei no carro com ele e andamos não mais do que dois quarteirões, chegando na avenida principal do bairro.
Ali estava o meu jipe! O carburador tinha entupido e o carro parou de funcionar. Os ladrões tentaram desentupi-lo mas - como foi exatamente na avenida principal - foram forçados a abandonar o veículo roubado para não correrem o risco de serem descobertos.
Exatamente do jeito que eu disse com minha boca, aconteceu. Tenho certeza de que se não tivesse dito aquelas palavras e feito aquela oração específica, teria perdido definitivamente o meu jipe. Ao fazer a minha confissão de fé, liguei no céu a minha resposta que, em seguida, se tornou um milagre real na minha vida. As palavras têm um poder significativo na área de nossas finanças também.

UMA VIDA FINANCEIRA PRÓSPERA
O servo de Deus jamais deve ser ligado a bens materiais. Dinheiro não traz felicidade e nunca deve ser um alvo em nossas vidas. Se começamos a focar no dinheiro, ele acabará sendo uma pedra de tropeço no nosso caminho. O apóstolo Paulo é categórico em criticar essa busca. Ele disse que "Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos" (1 Timóteo 6.9, 10 - NVI).
Paulo realmente foi enfático nesses versículos, mostrando que a riqueza não deve ser um fator motivador, uma meta para nós, pois a cobiça devasta todos que a alimentam. Porém, preste bastante atenção: é o amor ao dinheiro que é a raiz de todos os males, não o dinheiro em si. Ele é meramente uma ferramenta e não destrói as vidas. O que provoca a ruína é o desejo desordenado por ele e o seu mal uso. Isso sim traz desolação.
Por mais que os servos de Deus nunca devam almejar o dinheiro, o fato é que vivemos num mundo onde precisamos dele diariamente, inclusive para financiar os nossos projetos de serviço ao Senhor. Tendo as prioridades certas, não é errado orar para que Deus supra as suas necessidades, como está escrito em Filipenses 4.19: "O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus" (NVI).
Mas para que veja Deus tornando próspera a sua vida financeira, você precisa estar praticando alguns princípios bíblicos. Um desses preceitos é: Você tem que ser uma pessoa generosa, compartilhando seus bens através de dízimos e ofertas para a obra do Senhor, como está escrito em Pv 11.25: "O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá" (NVI).
Veja que esse princípio de contribuir com dízimos e ofertas não era apenas um preceito do Velho Testamento, pois Paulo, ao comentar sobre a disposição que os Coríntios tinham em ofertar com liberalidade, disse: "Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente. Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião" (2 Co 9.6, 11-NVI).
Você pode observar, nessa passagem, que ter as nossas necessidades supridas e prosperidade na área financeira é um princípio bíblico. Porém, ele funciona somente quando a nossa motivação é de abençoar e compartilhar com a obra de Deus, e nunca quando o nosso alvo é apenas alimentar a nossa ganância pessoal.

A GENEROSIDADE FEZ AS JANELAS DO CÉU SE ABRIREM
Lembro-me de uma ocasião, anos atrás, quando estava enfrentando muitas provações financeiras apesar de viver pela fé, investir meu tempo integral no ministério e crer em Deus para enviar o sustento que precisava. Naquele mês específico, eu tinha recebido menos da metade do valor que precisava para pagar meu aluguel e outras contas mensais.
Fui estimulado na minha fé, lendo a Palavra de Deus, para colocar o Senhor a prova como está escrito em Malaquias: se fôssemos generosos com a obra de Deus, Ele iria abrir as janelas dos céus e derramar bênçãos sobre as nossas vidas.
Raciocinei comigo: "Já que tenho apenas a metade da quantia que preciso para pagar as minhas contas desse mês, que diferença faz para Deus suprir a metade do que preciso ou o valor todo?". Cheguei a conclusão que a pequena soma que precisava não era nada para Deus. De qualquer forma, decidi dar um passo de fé.
Disse ao pastor que dividia a casa comigo que já que não dispunha do suficiente para pagar as minhas contas, iria doar tudo que tinha.
Eu estava convicto de que Deus ainda iria me abençoar financeiramente aquele mês, de forma que sobraria dinheiro até para comprar várias coisas que precisava. Fiz a minha declaração de fé naquele instante.
Tome muito cuidado com o que você fala sobre a sua situação financeira. Se você se limita a dizer: "não tenho dinheiro, não consigo pagar minhas contas", não terá nada mesmo e estará selando o seu destino financeiro. Se você apenas diz: "Sou pobre, vou ser sempre pobre", então essa será a sua realidade. Ao invés disso, quando confrontado por problemas financeiros, declare pela fé: "Meu Deus irá suprir todas as minhas necessidades, de acordo com as suas riquezas".
Estava num aperto incrível, mas resolvi ser abençoado, da forma bíblica, colocando Deus a prova através da minha generosidade mesmo quando estava sem condições. Logo procurei alguns amigos, missionários e obreiros que viviam pela fé servindo a Deus na sua obra, e distribuí todo o dinheiro que possuía.
Não disse a eles que era a última quantia que tinha e que estava passando por uma grande prova financeira. Dei o dinheiro a cada um deles com um imenso sorriso no meu rosto pois sabia que Deus ama quem dá com alegria. Eles pensaram que eu estava passando por um momento muito próspero, e estava dando da minha fartura.
O inimigo veio sussurrar no meu ouvido que eu era um tolo, que não iria conseguir pagar as minhas contas aquele mês, que iria causar vexame. Mas sabia que Satanás é um mentiroso, e que vem para atacar a nossa fé. Tinha declarado por fé que seria abençoado, e doado todo o meu dinheiro. Literalmente a minha conta bancária estava zerada mas sabia que Deus iria suprir todas as minhas necessidades, de acordo com a riqueza dele.
Chegou o último dia no qual teria que pagar minhas contas, e nada. Na época, não tinha cartão de crédito, nem possibilidade de conseguir um empréstimo no banco. No final da manhã, tinha consciência que poderia esperar somente até à tarde para ter a situação resolvida, senão atrasaria minhas contas e pagaria multas e juros. Na última hora, sem que ninguém soubesse da minha dificuldade, Deus tocou vários irmãos a me darem ofertas e foi creditado na minha conta mais do que o dobro do que eu necessitava!

QUEBRE AS PALAVRAS DE DERROTA
Foi nessa época que decorei a passagem de Provérbios 10.22, que diz: "A bênção do Senhor é que enriquece; e não traz consigo dores". Comecei a repetir em voz alta esse versículo, citando-o aos meus amigos. E, pouco a pouco, essa passagem se tornou uma realidade na minha vida.
Em nenhuma ocasião do meu ministério tenho enfatizado o dinheiro como alvo, e ele nunca tem faltado. Quando me perguntam quanto cobro para pregar em algum lugar, sempre me lembro da exortação do Senhor Jesus: "De graça recebestes, de graça dai" (Mt 10.8). Nunca cobrei nada para ir a qualquer lugar.
Tenho viajado para dezenas de países para pregar pela fé e Deus sempre tem suprido as necessidades. Tenho aberto vários projetos ministeriais, construído prédios, e nunca faltou dinheiro. Mas para que o suprimento divino aconteça, precisamos saber usar a língua de forma apropriada. Se a declaração da sua boca é sempre sobre o que você não tem, continuará sem ter condições. Ao contrário disso, diga: "A bênção do Senhor enriquece, sem dores".
O Senhor lembrou-me desse princípio quando comecei pela fé a campanha para construir prédios próprios para o seminário Cristo Para as Nações, que fundei em Belo Horizonte. Deus fez vários milagres, e pudemos comprar dois lotes grandes numa das principais avenidas da cidade, perto do centro, para erguer a sede da missão e seminário. Empolguei-me tanto com a provisão divina para a compra dos lotes, que tive uma confiança enorme que o dinheiro viria logo para a construção.
Depois de alguns meses compartilhando a visão, não tinha conseguido angariar muitos recursos. Às vezes, Deus permite que as coisas demorem para testar a nossa fé e ver como vamos reagir.
Tenho que admitir que, dessa vez, não passei na prova. Após mais de um ano sem avanço no projeto, desanimei. Sem prestar atenção ao que falava, comecei a proferir palavras de derrota sobre o projeto. Fiz comentários sobre como era difícil construir e até cheguei a ponto de dizer que não tinha certeza se íamos conseguir erguer o projeto.
Um dia após fazer um comentário assim, senti a voz do Espírito Santo me chamando a atenção. Ele me disse: "Meu filho, você está selando a derrota desse projeto com suas palavras de desânimo. Eu abençôo palavras de fé, não de dúvida. Quebre o poder dessas palavras e fale pela fé. Você já conhece esse princípio; trate de colocá-lo em prática".
Logo em seguida a repreensão do Espírito, pedi perdão a Deus, chamei a liderança do Cristo Para as Nações e disse: "Tenho travado nosso projeto de construção por causa das minhas palavras. Estou quebrando o poder daquelas palavras negativas, e declaro pela fé que vamos começar a construir com o pouco dinheiro que temos (o valor que tínhamos poupado até então não dava nem para pagar o alicerce do primeiro dos dois prédios). Antes que esse dinheiro acabe Deus vai mandar mais e vamos completar essas duas obras".
No dia seguinte, comecei a colocar as minhas palavras em ação e negociei para que pudéssemos iniciar logo a construção. Depois de uma semana, Deus tocou um pastor, líder de um grande ministério - que eu não conhecia - para doar o dinheiro que precisávamos para fazer os dois prédios inteiros! A partir do momento que mudei a minha forma de falar, e comecei a agir pela fé, Deus encaminhou o meu milagre, que veio a tona apenas sete dias depois. Deus é fiel em cumprir suas promessas e sua mão é movida quando falamos pela fé.

PRINCÍPIOS PARA RECEBER BÊNÇÃOS
Existem cinco princípios principais para experimentarmos as bênçãos de Deus no âmbito financeiro. Para que possamos prosperar, de acordo com o padrão bíblico, precisamos praticar os seguintes princípios:
1. Ser generoso. Você dever dar com liberalidade para a obra de Deus.
2. Ter integridade. Deus abençoa nossas finanças quando somos honestos.
3. Trabalhar. "As mãos preguiçosas empobrecem o homem, porém as mãos diligentes lhe trazem riqueza" (Pv 10.4 - NVI).
4. Agir pela fé. Fé move a mão de Deus para que nos abençoe.
5. Falar de acordo. Nós precisamos ter palavras que se alinhem com as promessas da Palavra de Deus. Esse é um princípio que muitos não descobrem, impedindo a prosperidade de Deus nas suas vidas por causa da forma como falam.
Esses cinco princípios são os que trazem prosperidade em longo prazo. Colocando em ação essas verdades você terá as suas necessidades supridas no dia-a-dia. Mas há momentos na vida em que as circunstâncias nos colocam num "beco sem saída", quando algo acontece inesperadamente, fora do nosso planejamento, e faz com que precisamos de um milagre financeiro. Exatamente nesses momentos Deus está disposto a fazer um milagre extraordinário para nos mostrar a sua grandeza.
Gosto muito de uma pequena história bíblica que ocorreu entre Pedro e o Senhor Jesus sobre esse assunto. Pedro foi abordado pelos cobradores de impostos, e quando foi perguntar ao Salvador a respeito desse tema, Jesus se adiantou - antes que ele pudesse se manifestar - falando sobre o pagamento do imposto!
A parte mais interessante da história vem agora. Jesus falou a Pedro: "Vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue-a a eles, para pagar o meu imposto e o seu" (Mt 17.27 - NVI).
Agora, lembre-se de um fato importante: antes de seguir a Jesus, a profissão de Pedro era de pescador. Ele sabia muito bem que não é normal encontrar moedas na boca de peixes! Isso era totalmente inconcebível. Então, para que esse milagre pudesse acontecer, Pedro tinha que exercer fé na palavra do Senhor. Ele tinha que ir ao mar, jogar o anzol e abrir a boca do peixe; tudo pela fé. Aos olhos humanos, nada disso fazia sentido nenhum. Já peguei muitos peixes na minha vida e consigo até imaginar como deve ter sido a sensação de abrir a boca do peixe e encontrar ali aquela moeda.
Você precisa de um milagre financeiro? Deus quer fazê-lo, basta você colocar os princípios dele em ação na sua vida e começar a falar de acordo com a sua Palavra.
Você verá Deus operando seu milagre, assim que abrir a sua boca e fizer a sua confissão de fé: "Pedi, e dar-se-vos-á" (Mt 7.7).

A LÍNGUA: UMA FORÇA SOBRENATURAL


A LÍNGUA: UMA FORÇA SOBRENATURAL

Meu dia estava indo bem. A caminho de um compromisso importante em outra cidade, dirigia meu carro em alta velocidade. De repente, o pneu estourou com um grande barulho. O carro desgovernou, patinando à esquerda e à direita, executando manobras de quase 90 graus. Consegui controlar o carro de novo sem bater em nada e encostá-lo à beira da estrada.
Saí do carro com tranqüilidade, sabendo que Deus havia me guardado. Calculei que dispunha de tempo suficiente para trocar o pneu e ainda chegar ao meu compromisso sem me atrasar. Abri o porta-malas e retirei o estepe para colocar no lugar do pneu estragado.
Fui pegar o macaco quando percebi que não estava no lugar. Naquele momento, lembrei-me que o havia tirado do carro e esquecido de colocar de volta.
Estava em uma parte bem deserta da estrada, no meio do nada. Não tinha como chegar a um telefone para pedir assistência. Rapidamente a minha alegria sumiu, minha atitude piorou e comecei a ficar irritado. Até dei um chute no pneu do carro, machucando o meu pé. Fiquei mais aborrecido ainda.
Desanimado, encostei na lateral do carro e, como o dia estava muito quente, comecei a suar em profusão. Cruzei os braços e fiquei muito emburrado. O resto da alegria que sentia foi embora. Murmurei comigo mesmo sobre as dificuldades que enfrentava para viver pela fé, servindo a Deus no ministério. Reclamei do carro velho que possuía que vivia dando problemas - me deixando na mão - e pelas minhas constantes dificuldades financeiras (por estar iniciando o ministério).
De repente, ouvi a voz do Espírito Santo me dizendo: "Louve-me". Falei com Deus: "Não estou com vontade de louvar, Pai. O Senhor não consegue ver que estou com problemas, aqui no meio do nada? Está muito quente, vou perder meu compromisso e estou chateado com tudo isso". Pensava que somente podia louvar a Deus quando me sentisse bem, quando estivesse pra cima.
Mais uma vez ouvi a voz do Espírito em mim dizendo: "Louve-me". Ainda relutei em começar, mas quando me falou pela terceira vez decidi obedecer, mesmo sem querer. Com pouquíssimo ânimo sussurrei um "Glória a Deus", pensando: "Obedeci. Agora o Espírito vai me deixar em paz para continuar o meu momento de miséria, sentindo pena de mim mesmo". Foi quando Ele me disse para louvá-lo novamente.
Dessa vez, com um pouco mais de ânimo, disse "Aleluia" numa voz normal. Logo comecei a sentir-me melhor e falei com entusiasmo: "Te exalto, meu Deus!" Quando percebi, estava ali, no meio do nada, encostado no meu carro, com as mãos para cima, louvando a Deus com todo meu coração. Agradeci pelo dia, pelo meu carro, pelo privilégio de servi-lo, mesmo em dificuldades.
De repente, enquanto louvava ao Senhor ali, na beira da estrada, vi chegando na minha direção um reboque. O motorista parou logo atrás do meu carro, desceu do caminhão e me disse: "Você me chamou e agora estou aqui. No que posso ajudá-lo? Qual é o problema?" Respondi, um pouco assustado: "Eu chamei você?" "Sim, há vinte minutos recebemos a sua ligação, explicando onde você estava e pedindo socorro."
Vinte minutos atrás! Correspondia exatamente ao momento em que comecei a louvar ao Senhor!
Rapidinho, o homem me ajudou a trocar o pneu do carro. Fiquei preocupado com o pagamento pois estava com pouquíssimo dinheiro. Quando fui fazer o acerto, descobri que a empresa dele era associada a um clube automobilístico ao qual eu pertencia. Então, a ajuda dele foi de graça!
Fui embora, agora louvando a Deus com mais ardor, pois aquela ligação fora orquestrada por Deus e - creio eu - executada por um anjo do Senhor! Apesar do "contratempo" ainda cheguei ao meu compromisso com alguns minutos de antecedência!
Deus somente liberou ajuda quando comecei a louvá-lo com a minha boca. Naquele dia aprendi uma grande lição sobre como Deus opera em nossas vidas. Descobri o poder das palavras pronunciadas, sejam em louvor ou através de declarações de fé. O princípio é o mesmo.

NA LÍNGUA ESTÁ A CHAVE DA VITÓRIA E DA DERROTA
Jesus nos mostrou o incrível poder investido em nossas palavras, quando falou: "Qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito" (Mc 11.23). Repare a ênfase: Aquele que disser, crer no que diz; será feito o que disser. Três vezes, num curto espaço de tempo, Jesus enfatizou o poder do que é dito.
É um princípio que muitos servos de Deus ainda não entenderam bem. Por não colocar em prática essa verdade, muitos desperdiçam grandes oportunidades para ver Deus fazendo milagres nas suas vidas. Não aproveitamos de um canal de bênçãos simplesmente por não sabermos usar as nossas palavras da forma correta. Na sua língua está a chave de vitória ou derrota, vida ou morte, dependendo da maneira que você for usá-la.
Se você entender esse preceito, e usar a sua língua para fazer declarações de vitória, poderá ver as circunstâncias mudadas da ruína para o triunfo. A escolha é sua, a opção está na sua boca nesse exato instante.
Moisés ecoou nossa escolha através das nossas bocas, quando disse ao povo de Israel: "A palavra está bem próxima de vocês; está em sua boca e em seu coração; por isso vocês poderão obedecer-lhe. 'Vejam que hoje ponho diante de vocês vida e prosperidade, ou morte e destruição" (Dt 30.14, 15 - NVI).
Ele disse essas palavras durante uma exortação profética sobre o futuro de Israel, pouco antes da sua morte, quando se preparava para entregar a liderança da nação a Josué. Ele colocou duas opções diante do povo. Uma, de servir a Deus de coração reto, o que traria prosperidade e uma vida de harmonia na terra. A outra opção, de desviarem-se de Deus, que traria desastre e morte; e os sobreviventes seriam deportados da terra, para viverem como escravos.
O mais fascinante é que Moisés disse que a chave dessas duas opções estava no coração e na boca. No coração porque é ali que sentimos e decidimos o que vamos falar, mas tudo é selado com a boca! Jesus explicou mais sobre esse princípio, quando disse: "Pois a boca fala do que está cheio o coração" (Mt 12.34 - NVI).
Moisés estava dizendo, de uma forma inegável, que as suas bocas iriam fazer a diferença se tivessem vida ou morte, prosperidade ou destruição. E o princípio que enunciou naquele dia ainda é válido. Até hoje podemos trazer milagres e bênçãos para as nossas vidas, dependendo das palavras que falamos. Você pode liberar a presença do Senhor para curar, libertar e trazer soluções milagrosas aos problemas insolucionáveis ou pode selar a derrota.

DECLARAÇÕES DE FÉ MOVEM A MÃO DE DEUS
Quando tinha 16 anos, fiz a minha primeira viagem pela fé para pregar numa cidade distante, em Monte Azul -MG, aproveitando minhas férias escolares. Após alguns dias de pregação nas praças e evangelismo nas ruas da pequena cidade escolhida, eu e o amigo que me acompanhara iniciamos a nossa viagem de volta.
Era época de chuva e tinha caído quase um dilúvio nos dias que precederam o início da nossa viagem de retorno para casa. Sem um fim à vista, a chuvarada continuava. Pegamos um trem até o final da linha, em Montes Claros, e já tínhamos percorrido mais da metade do caminho. Dali em diante o plano seria pegar um ônibus e completar a viagem.
Porém, quando fomos comprar as passagens, descobrimos que a forte tempestade tinha feito a estrada (que era numa região montanhosa) desabar. Literalmente um pedaço da estrada tinha caído montanha abaixo, deixando um enorme buraco impedindo o caminho.
Nosso dinheiro era pouco, mas tínhamos o suficiente para passar a noite em um quarto de uma pensão simples, esperando o reparo. No dia seguinte, fomos à rodoviária com a expectativa de ouvir que a estrada estava aberta, mas saímos de lá frustrados. Esperamos mais um dia, nosso dinheiro foi diminuindo sem que o serviço fosse finalizado.
No terceiro dia, começamos a experimentar dificuldades financeiras, pois não tínhamos nenhuma forma de sacar mais dinheiro nem cartão de crédito ou talão de cheque. Durante todo aquele dia, para pouparmos, comemos apenas farofa e bananas, e entregamos o nosso quarto na pensão. Ao anoitecer, sem solução na estrada, tivemos que nos dirigir para a praça pública e dormir nos bancos de concreto.
A essa altura, estávamos ficando desanimados pois nos sobrara pouco mais do que o dinheiro das nossas passagens, e ainda ouvia-se a conversa de que somente depois de vários dias a estrada seria aberta novamente.
Acordei com dor na coluna, após a noite no banco de concreto. Mas a fé cresceu no meu coração e eu disse ao meu companheiro de viagem: "Nós vamos chegar em casa hoje ainda, e estaremos saindo daqui a pouco". Meu amigo indagou: "Por quê? Você recebeu alguma notícia?" De fato, minha última informação era que permaneceríamos ali durante mais alguns dias. Mas estava fazendo uma declaração de fé, o tipo que move a mão de Deus e traz milagres as nossas vidas cotidianas.
Pedi a meu amigo para ficar com as malas, e fui ousado em dizer que voltaria dali a pouco com tudo resolvido! Estava falando puramente pela fé. Fui andando a caminho da rodoviária. Vendo um taxista, senti que devia perguntar-lhe se tinha novidades sobre a estrada. Ele me informou que, à beira do buraco, os tratores tinham feito um caminho estreito e iriam deixar alguns carros pequenos passarem. E acrescentou: "Moro na próxima cidade, do outro lado do buraco da estrada, e se quiserem me acompanhar, cobro somente o custo da gasolina". Quis dar um grito de vitória mas me contive. Pedi a ele que guardasse dois lugares, fui correndo chamar meu amigo e pegar as malas. Ele quase não acreditou quando voltei tão rápido com uma solução!
Conseguimos passar, mas jamais me esquecerei do frio na barriga que senti ao olhar para baixo, vendo aquela cratera. Sabia do perigo que corríamos por causa do precário caminho improvisado. A terra sobre a qual o nosso carro passou podia facilmente ter desmoronado conosco!
Mais tarde, fiquei sabendo que pouco depois que cruzamos a barreira não deixaram mais nenhum carro atravessar, por julgarem que o risco era grande demais. A estrada ficou fechada durante mais alguns dias até que conseguiram reabri-la. Se não tivéssemos ido naquela exata hora, teríamos ficado mais algum tempo dormindo nos bancos da praça pública da cidade, sem comida, numa situação de extremo desconforto.
O taxista nos deixou na rodoviária, fui ao guichê e pedi duas passagens. A atendente disse que não tinha mais assentos disponíveis até o dia seguinte. Insisti com a moça pois havia feito a minha declaração de fé que iríamos chegar em casa naquele dia.
No mesmo instante, o telefone tocou e, ao desligar, ela me informou: "Você está com sorte, pois a empresa acabou de agendar um ônibus extra para daqui à uma hora, e você pode comprar as primeiras passagens".
Eu sabia que sorte não tinha nada a ver com a situação! Deus agiu de acordo com minha afirmação de fé.
Quando você for fazer uma afirmação de fé, ela deve ser de acordo com as promessas e a vontade de Deus para a sua vida. É disso que Jesus tratava quando disse: "Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito" (Jo 15.7).
Esse poder das nossas palavras tem uma condição: precisamos estar nele e ter as palavras dele em nós. O que isso quer dizer? O "estar nele" significa receber o Espírito Santo e fazer as coisas de acordo com a vontade e os princípios de Deus. Ter "minhas palavras em vós" quer dizer que suas declarações sempre devem alinhar-se com os princípios e promessas da Palavra de Deus. Essas condições são cruciais para que tudo o que pedirmos seja feito.
Se você não tem colocado em ação essa extraordinária força sobrenatural da sua língua, está na hora de começar. Você descobrirá uma maravilhosa chave de bênção e vida abundante. Comece desde já a liberar através de suas palavras e de acordo com as promessas da Palavra de Deus para sua vida, a fé que está em seu coração. Você jamais será o mesmo.

O ABUSO DO NOME DO SENHOR


O ABUSO DO NOME DO SENHOR

Existe algo que acontece regularmente hoje em dia que me preocupa profundamente. É uma prática que rouba as pessoas das bênçãos completas de Deus em suas vidas e entristece o Espírito Santo. E se torna mais assustador ainda porque é cometido diariamente, geralmente várias vezes no mesmo dia. De que estou falando?
Sempre tive dificuldade para entender um dos dez mandamentos, até que o Espírito Santo me deu maior compreensão sobre o assunto. Trata-se do mandamento que diz: "Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão" (Ex 20.7). O problema maior, na minha tentativa de entender esse mandamento, era o termo "em vão". O que significa em vão? Procurava alguma explicação misteriosa ou emblemática, sem saber que a resposta era muito simples.
Tomar o nome do Senhor em vão significa exatamente o que parece: usar o nome do Senhor desnecessariamente, gratuitamente, sem razão. E é o que o cristão mais faz na atualidade! Usamos constantemente o santo nome do Senhor nosso Deus em vão. O que sai das nossas bocas sem parar? Exclamações como as seguintes:
- Nosso Deus, eu não acredito no que o governo fez!
- Pelo amor de Deus, pára de gritar, meu filho!
- Nosso Deus do céu, eu não pago esse valor de jeito nenhum!
- Jesus Cristo, mas hoje está muito quente mesmo, né?
- Meu Deus, isso doeu demais!
Nós estamos usando o nome de Deus na nossa conversa diária como expletivo, ou seja, para puro realce, algo para completar. E isso é usar o nome do Senhor em vão. Outras vezes, até parece que estamos substituindo palavrões pelo nome do Senhor! Ao invés de soltar uma imprecação falamos o nome de Deus, como se fosse melhor. Isso entristece profundamente o Espírito Santo em nós.

COM O NOME DO SENHOR NÃO SE BRINCA
Os antigos escribas tinham um respeito e zelo tremendo pelo nome do Senhor. A reverência deles era tanta que ao copiar os antigos manuscritos das Escrituras Sagradas, quando chegavam na hora de reproduzir o nome de Deus, passavam por um rito de purificação para estarem preparados para escrever o nome de Jeová.
No Antigo Testamento há uma história fascinante sobre o que acontece quando o nome do Senhor é usado em vão, abusado, ridicularizado, e qual é a reação de Deus. No livro de 2 Reis, capítulos 18 e 19, encontramos a história do rei Ezequias sendo ameaçado por Senaqueribe, rei da Assíria.
Senaqueribe marchou com seu enorme exército, e acampou em volta de Jerusalém. Seu coração estava cheio de arrogância e soberba.
Ao chegar, ele manda dizer ao rei Ezequias para render-se com toda a cidade e tornarem-se seus escravos. Então, comete um erro gravíssimo, pois afronta e blasfema contra o nome do Senhor, dizendo: "Em quem é que vocês pensam estar confiando? Seu Deus não tem poder para salvá-los, pois não é melhor do que os deuses de todos os outros países que já conquistei. Ezequias está enganando vocês quando os exorta a confiar no seu Deus, pois Ele não é um deus". Senaqueribe continua a insultar o nome santo do Senhor, mandando uma carta ao rei de Judá proferindo mais das suas injúrias, dessa vez por escrito!
Gosto muito da reação de Ezequias. Ele era um rei justo, que temia a Deus, e tinha trazido Judá de volta ao serviço do Senhor. Estava assustado e intimidado - com toda razão - por causa do tamanho do exército acampado na frente de Jerusalém, e com o perigo letal que corriam.
Então, pegou a carta de Senaqueribe na mão, entrou no templo, prostrou-se diante de Deus e mostrou a carta ao Senhor, dizendo: "Veja como este blasfemador está afrontando o seu santo nome! Faça algo, ó Deus, e mostre que é o verdadeiro Deus, porque sei que o Senhor pode nos livrar". Praticamente consigo fechar meus olhos e enxergar essa cena impactante.
Ezequias estava desesperado, trêmulo de medo, sabendo que sua vida e reinado estavam por um fio. Mas ao invés de focar no seu problema, estava indignado com o abuso do nome do Senhor perpetrado por esse rei perverso. Se existe algo que enfurece o Senhor é ver seu santo nome sendo usado em vão. O bom rei de Judá entendia esse princípio.
Deus imediatamente manda sua resposta pelo profeta Isaías. Através dele, disse que a oração do rei tinha subido até o céu, pois não tolera que seu nome seja abusado. Diz que Senaqueribe voltaria frustrado e derrotado pelo mesmo caminho por onde veio, sem sequer entrar em Jerusalém e que, por ter escarnecido o seu nome, iria falecer logo.
Naquela mesma noite, sem hesitação, o Senhor Deus mandou o seu anjo de morte, que caminhou no meio do inimigo e matou os 185 mil homens! O rei assírio escapou para cumprir a palavra de Deus. Posteriormente, depois de habitar em Nínive, estava no templo do seu deus e foi assassinado por dois de seus próprios filhos. Com o nome do Senhor não se brinca!

UM PRINCÍPIO IMUTÁVEL
O rei Davi chegou até a chamar de ímpias e inimigas e a odiar as pessoas que usam o nome do Senhor em vão. Veja as palavras dele no Salmo 139.19-22: "Ó Deus, tu matarás decerto o ímpio; apartai-vos portanto de mim, homens de sangue. Pois falam malvadamente contra ti; e os teus inimigos tomam o teu nome em vão. Não odeio eu, ó Senhor, aqueles que te odeiam, e não me aflijo por causa dos que se levantam contra ti? Odeio-os com ódio perfeito; tenho-os por inimigos".
Olhe a veemência de Davi contra as pessoas que tomam o bendito nome do Senhor em vão! E Deus tinha um amor especial por Davi exatamente por atitudes como essa. A bênção de Deus repousava de uma forma especial sobre ele, por respeitar o nome do Senhor.
Talvez você esteja pensando: mas isso faz parte da lei do Antigo Testamento, e não vivemos mais debaixo da lei, mas na era da graça do Novo Testamento. É verdade, mas deixar de usar o nome do Senhor em vão é um princípio imutável, que está relacionado com a natureza de Deus e a forma que devemos interagir com Ele, e não apenas com a lei de Moisés. Isso é amplamente provado pelo tremendo respeito que os discípulos tinham na igreja neotestamentária para com o nome do Salvador.
O próprio Senhor Jesus ensinou repetidas vezes esse mesmo preceito em seu ministério no meio da humanidade. Quando ensinou como deveríamos orar, na Oração do Pai Nosso, preste atenção no que falou sobre o Pai: "Santificado seja o teu nome". Você observou que Ele disse "o teu nome"? Ele não disse a tua face, a tua presença, o teu caráter, mas sim, o teu nome. O nome de Deus representa tudo que Ele é, a manifestação da sua pessoa. Portanto, deve ser reverenciado de todo o nosso coração.
Por isso, no Antigo Testamento, foi dada tanta ênfase ao nome de Deus no encontro de Moisés com o Senhor, quando Ele aparece na sarça ardente. Nessa ocasião, Deus falou a Moisés que estava chamando-o para libertar seu povo da escravidão e miséria no Egito. Ao aceitar o chamado, a principal indagação de Moisés era em saber o nome de Deus para que pudesse comunicá-lo aos israelitas.
Moisés entendia a incrível importância do nome de Deus, pois acreditava que a natureza e poder dele são expressos através do seu nome. Poder dizer o nome de Deus ao povo de Israel seria como um selo sobre a sua liderança e ministério, pois sabia que o nome de Deus carregava autoridade e majestade. Foi então que Deus revelou para ele que é o Eu Sou.
No evangelho de Mateus, observamos que ao se referir ao Reino de Deus, o autor o chama de Reino dos Céus. Por quê? Ele estava praticando algo comum entre certos judeus da época: por ter um respeito tão grande ao nome de Deus, evitavam usá-lo, exceto no estritamente necessário. Quando podiam, substituíam o nome de Deus pela palavra céus. Repare o monumental respeito que Mateus tinha ao usar o nome de Deus!

A AUTORIDADE E O PODER DO NOME DE JESUS
Antes de Jesus terminar seu ministério na Terra e partir para estar a destra de Deus Pai mais uma vez, Ele nos revestiu com autoridade, através do seu nome. Disse que através do seu nome, faríamos obras maiores que as dele, e terminou dizendo: "E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei" (Jo 14.13, 14).
O poder do nome de Jesus foi também visto quando foram prendê-lo no horto. Com a chegada dos soldados e de Judas Iscariotes, Jesus perguntou por quem estavam procurando. Eles falaram: "Jesus Nazareno".
Quando Ele respondeu "Sou Eu", usando sobre si mesmo o nome de Deus ao inverso, o Eu Sou naquele exato instante foi revelado para os soldados. Através da declaração de Jesus a sua divindade e o poder dessa revelação do seu nome foi tão grande que foram lançados para trás, caindo no chão (Jo 18.4-7). O nome de Deus traz nele a manifestação do vulto, autoridade e domínio da sua pessoa. Por isso, precisamos mostrar tanto respeito.
Os apóstolos entendiam esse tremendo poder e autoridade investidos em nós através do seu nome. Vemos isso em Atos 5.41, onde lemos: "Os apóstolos saíram do Sinédrio, alegres por terem sido considerados dignos de serem humilhados por causa do Nome" (NVI).
Eles tinham tão grande respeito pelo nome Jesus que evitavam dizê-lo gratuitamente, e desenvolveram o hábito de falar apenas "o Nome", como sinal de temor. Sabiam que as pessoas que usam em vão o nome do Senhor não participam plenamente do seu poder.
Esse conhecimento do poder do Nome era tão evidente nas suas vidas que até pessoas incrédulas atentaram para o fato. Um grupo de sete irmãos exorcistas, judeus, praticaram uma forma de abuso do nome do Senhor. Sem ter relacionamento com Ele, e nem sequer temor, tentaram usar o nome de Jesus como uma espécie de feitiço, ou encanto, para expulsar demônios. Veja o que aconteceu com eles:
Alguns judeus que andavam expulsando espíritos malignos tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre os endemoninhados, dizendo: "Em nome de Jesus, a quem Paulo prega, eu lhes ordeno que saiam!" Os que estavam fazendo isso eram os sete filhos de Ceva, um dos chefes dos sacerdotes dos judeus. Um dia, o espírito maligno lhes respondeu: "Jesus, eu conheço, Paulo, eu sei quem é; mas vocês, quem são?" Então o endemoninhado saltou sobre eles e os dominou, espancando-os com tamanha violência que eles fugiram da casa nus e feridos.
Quando isso se tornou conhecido de todos os judeus e gregos que viviam em Éfeso, todos eles foram tomados de temor; e o "nome do Senhor Jesus era engrandecido" (Ênfase minha - Atos 19.13-17-NVI).
O resultado final dessa história fascinante de abuso do nome do Senhor Jesus é que o próprio demônio reagiu e castigou os malfeitores. O Nome foi exaltado na região toda, com muitas pessoas renunciando o espiritismo e a feitiçaria, convertendo-se.
Uma coisa que a igreja primitiva possuía, sem sombra de dúvida, era o temor do nome sagrado de Deus. Pedro e João demonstraram isso, quando estavam a caminho do templo para orar. Um aleijado os viu e pediu esmola. Amo a resposta deles: "Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda" (At 3.6). E o aleijado levantou e foi curado naquele exato instante!
Eles não dispunham de dinheiro ali na hora, mas tinham acesso a ele, pois os discípulos colocavam as suas ofertas aos pés deles. Podiam ter mandado buscar uma esmola com o tesoureiro da igreja para o coitado do aleijado, mas tinham algo melhor para dar, algo que estava com eles ali naquele instante. O que era? Eles detinham o conhecimento do poder do nome de Jesus, por terem uma consideração incomensurável ao seu nome. Uma das condições necessárias para termos hoje o poder no nome de Jesus igual ao deles é exercer o mesmo respeito ao Nome que os apóstolos praticavam.
Mais uma vez esse princípio de resguardar o nome do Senhor foi defendido no Novo Testamento, em Tiago 2.7, quando vemos a seguinte declaração: "Não são eles que difamam o bom nome que sobre vocês foi invocado?" (NVI) Difamar o bom nome era visto como algo extremamente pejorativo pela igreja neotestamentária.
Toda vez que você usa na sua conversa diária o nome de Deus ou de Jesus de uma forma desnecessária, como expletivo, você está tomando o nome do Senhor em vão, abusando de sua santidade. Tenho prestado atenção e reparei que as pessoas que têm essa prática perdem o temor do Senhor na suas vidas. Elas não têm muito poder quando oram pedindo algo a Deus. Por isso, a igreja da atualidade, muitas vezes, não tem a mesma demonstração do poder do Espírito Santo em nosso meio como acontecia na igreja neotestamentária. Nós não prestamos o respeito devido ao nome de Deus do jeito que eles faziam.

USANDO O NOME DE JESUS PELA RAZÃO CORRETA
O nome do nosso Deus jamais deve sair das nossas bocas de uma forma à-toa ou supérflua. Quando é, então, que devemos falar com as nossas bocas o nome de Deus? Apenas quando estamos falando com Ele ou a respeito dele. São absolutamente as únicas duas instâncias em que o nome de Deus deve ser falado por nós.
As formas principais que devemos falar com Deus são:
• Oração
• Súplicas
• Ações de graças
• Intercessão
• Petições
• Louvor
• Adoração
As formas principais pelas quais devemos falar a respeito de Deus são:
• Evangelismo
• Ensino da Palavra
• Dons espirituais
• Pregação
• Compartilhando suas bênçãos
Somente quando voltamos a respeitar o nome do Senhor, deixando de usá-lo em vão, é que podemos ter a unção para invocar o seu nome com efeito. Deus quer que invoquemos o seu nome para que realize curas, milagres e libertações. Quando honramos o nome do Senhor com as nossas bocas, deixando de usá-lo em vão, estamos resguardando o poder do Nome para o momento em que precisarmos.
Uma senhora de idade estava voltando da igreja para sua casa, quando foi confrontada por um assassino que tinha acabado de matar três pessoas. Quando ele ia atacá-la clamou o nome do Senhor, dizendo: "Afaste de mim, em nome de Jesus!" Naquele instante o assassino balançou a cabeça, pasmado, e sem agredi-la, voltou-se e correu em direção oposta a dela. A senhora deu graças
a Deus e foi a delegacia de polícia para prestar depoimento sobre o ocorrido.
Algumas horas depois o assassino foi capturado. Ao ser indagado pela polícia sobre a razão pela qual deixou a senhora ilesa, após ter assassinado três outras pessoas inocentes, ele disse: "Como podia atacá-la, se apareceram aqueles dois homens enormes em cada lado dela?" Naquele instante de morte real e iminente, quando a sua serva - que sempre mantinha uma reverência imensa ao nome do Senhor - invocou-o, Deus respondeu mandando dois dos seus anjos para salvá-la.
Toda vez que usamos o nome do Senhor para rechear sem necessidade nossa conversa, estamos cometendo o ato de usar o nome do Senhor em vão e entristecendo a presença do Espírito que habita em nós. Para que isso não aconteça precisamos reconhecer o nosso erro e pedir perdão. A Palavra diz que não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo, que vivem de acordo com o Espírito. Então, não se sinta condenado por ter falado o nome do Senhor em vão, mas comece a partir de hoje a mudar, a viver no Espírito com o uso da sua língua.
Se você tem pronunciado o nome do Senhor em vão e roubado de si mesmo o poder do Senhor, reconheça isso agora mesmo, peça perdão e a ajuda do Espírito Santo para que não faça mais. Ele ouvirá e, ao ganhar uma nova veneração ao seu Nome, você verá uma nova demonstração do poder e presença de Deus na sua vida.